domingo, 27 de fevereiro de 2011

xiiiiiiiu


Há dias em que te arrependes de tudo o que disses-te e sentis-te, mesmo que tenha sido minutos, horas ou dias antes...

Há dias em que só te apetece dormir, para não ficar na expectativa de que aconteçam coisas que te façam feliz, que te façam sair de casa num dia de sol e que te digam que fazes o que está sempre, FINALMENTE!

Há dias em que nada disso acontece e é nesses dias que a vida te passa em slow motion num abrir e piscar de olhos...
Passa tudo o que foi bom, muito bom e tudo o que foi mau e te arrancou um bocadinho de pele.

A pele quente e arrepiada que já tives-te mas já não tens.

ACREDITA


“Tudo passa, e volta ao mesmo tempo. De outra forma, transformado.
Mas vem, e se acreditarmos, vem sempre melhor!”

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"É só mais um dia mau"


Hoje estou assim, uma seca!
Não me apetece fazer nada, falar com ninguém e muito menos trabalhar.

Os últimos acontecimentos também não têm ajudado... discuto com toda a gente, desaparecem-me coisas, enfim... "é só mais um dia mau" como diziam os Ornatos.

ESPERO BEM que sim, porque já ando a desesperar com tudo isto.
Sexta começam as aulas e a vontade é praticamente nula, o entusiasmo com o mestrado foi-se nas primeiras semanas e agora tenho que aguentar-me.
Decidi que ia fazê-lo e agora tenho mesmo de o fazer, gostando ou não.
(Sim, sou teimosa e masoquista também)

E pronto este foi mais um daqueles posts da treta que não interessam a ninguém mas que para quem o faz serve para "explodir" mesmo que timidamente, as emoções de mais um dia igual a todos os outros.

É a vida.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Portugal das confusões!

Lêem o que querem ler, interpretam o que querem interpretar, ouvem o que querem ouvir. Dizem o que não pensam e pensam o que não dizem. Tratam os problemas dos outros por tu e os deles por exmo. senhor.
Fazem enlaces onde só existem rectas, fazem tudo mas não fazem nada.


Escrevo o que quero, para quem quero e sobre o que eu quero.
Quer seja verdade ou mentira, realidade ou ficção.

Por isso é que este blogue foi criado, para eu poder "dizer" tudo o que me apetece, sem ter que ler regularmente "respostas" a tudo o que faço e publico.

O blogue existe e só é seguidor quem quer, nunca obriguei ninguém a lê-lo, por isso se não querem más interpretações não o sigam. Porque eu não vou deixar de escrever o que me apetece só porque pode parecer mal a quem quer que seja.


O português é traiçoeiro, tenho dito.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ela sente.


E voltou, diferente e transformado mas voltou…

Ela já previa mas não queria admitir, lá no fundo sempre soube mas as vivências do dia-a-dia tinham-na feito esquecer, por uns tempos… até que finalmente voltou a relembrar tudo e teve medo (mais uma vez).

Aquele calor, aquele suspiro, aquele toque sem tocar, aquele… tudo.
O incerto e inesperado “tudo” aproximou-se lentamente como uma criança assustada num noite de tempestade.

Ela arrepiou-se vezes sem conta, ficou sem fazer o que dizer, o que fazer e nem mesmo para onde olhar. As mãos suam. Ela dorme, ou sonha, não sabe, mas no dia seguinte sente que foi verdade e sorri, no aconchego do seu pijama cinza aquecido com o seu próprio calor.

A noite volta a chegar e tudo volta, sem pressas nem forças de vontade. Tudo acontece e tudo muda. São noites de vontade, outras de arrependimentos e outras de paixão, outras de pele quente e repletas daquilo que nunca soube explicar por palavras, mas serão sempre noites, noites… aquelas e as outras, mas sempre noites.

O telefone toca e o vinho que os aquece mostra tudo o que tinha ficado por dizer e mais ainda por sentir, nem que seja por um momento, sem um segundo perdido.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Boa Sorte!


Sento-me todos os dias á mesma hora na mesma cadeira com a mesma secretária e o mesmo computador, todos os dias, sem mudanças... É sempre igual, igual... ai.

Preciso de variar, fazer coisas diferentes e criativas. Sim, preciso de largar o comum e sentir criatividade, muita, preciso tanto.

Quero pegar na mochila e partir à aventura, porque o incerto ás vezes é tão, tão bom! Não há nada mais arrepiante do que não saberes o que te espera, seja bom ou mau, não importa desde que seja novidade para ti.

Adrenalina, paixão e corpo, é disso que vivemos e é disso que precisamos que o dia seguinte não seja mais um dia das 9 ás 18, na mesma cadeira, da mesma secretária, do mesmo computador.

ARRISCA!