terça-feira, 26 de abril de 2011

Opções Achocolatadas


Ana Martins vai largar as barrinhas Kinder,ou melhor, vai tentar.
Porque o Verão e os bikinis que se aproximam não permitem rabinhos moldes e xixinha a sair de lado na roupa!

vai ser difícil, MUUUITO difícil, aaaaaai

sábado, 23 de abril de 2011

Chamam-lhe música...



... eu chamo-lhe companhia.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Luta interna

Nunca mais irá voltar o que nos unia, nunca mais. Vamos ter sempre forças de repulsão a actuar sobre nós. Não vale a pena gastar forças a insistir. Já nem falo sobre o nosso amor, porque isso, não existe, pelo menos da tua parte. E sabes? Mais irónico do que não existir o maior amor, é saber que não me tens porque não queres. Vives sempre nesse mundinho de desculpas esfarrapadas e repetitivas e só te lembras de mim a horas inoportunas ou quando estás sozinho e carente. Só nesses momentos. Sou a tua "reserva", sempre disponível quando queres e "estalas os dedos". É triste. Mas até é bom saber que pelos menos, para isso sirvo. Ainda te lembras de mim? Dizes tu, que nessas alturas eu te faço bem. Eu acreditava. Sei cuidar de ti é o que é, sei fazer-te sentir amado. Sempre soube, só que tu impunhas e continuas a impor horários para tal. Na tua vida tens horas para comer, dormir, para te levantar, para ir a festas, para ir á praia, para jogar ténis, para passar a tarde no sofá mas além disso tens horas para te lembrares de mim. Dás valor ao que te rodeia, ao teu novo mundo (aparentemente), mas ao que te ama e que está dentro de ti, nunca descobriste. Agora sim, soube que não gostas de enigmas. Que o que menos queres é desvendar o que te dou. Dá muito trabalho. Cansa-te. Mas eu sei porquê. Sei que o teu medo é a entrega e isso não o queres fazer comigo. Nem nunca o fizes-te com ninguém. És um cobarde. Mas um cobarde assumido, que quando se sente mal consigo próprio, foge. De tudo e volta um tempo depois como se nada fosse. Como se nada tivesse acontecido. Fácil para ti não? Para mim também é fácil agora, mas no início foi difícil de perceber. Sinto pena de ti. Muita pena. Nunca vais descobrir o que é entregar-te a alguém e adormecer todas as noites a pensar que essa é a pessoa pela qual davas tudo o que tens. Tudo o que és.

Noites de melancolia

Recortes

"Não há jogadas solitárias quando simplesmente o jogo se confunde com a realidade e nos deixa fora de controlo.
Não há maneira de controlar o que sentimos e aquilo que nos provoca emoção, choro, felicidade, desejo.

Inóspitas verdades que não enfrento,
surreais mentiras que não aceito,
vidas cruzadas com este mundo,
desejos despidos.

Tenho as mãos quentes da vontade de sentir tudo o que devia. Tenho o coração a arder de incompreensão.
Tenho os olhos cansados dos pensamentos.


Não pertenço aqui, digo aqui,
sentido não faz,
e eu insisto.

Perdia-me mil vezes nos caminhos que me perdi, farias mil vezes tudo o que já fiz com a condição de ser feliz, de poder desfrutar de todas as verdades e mentiras que procurámos.


Minto. "

Francisco Sousa Garcia

Histórias de uma vida


Um dia cheguei a achar que a nossa história poderia ser um conto de fadas, mas não é.
Nem foi. Que pena.

Fos-te o meu príncipe durante tanto tempo, tanto... mas agora acho que te tornas-te num sapo, como às vezes acontece nas histórias, apesar de no fim voltarem sempre a tornarem-se príncipes e a viveram felizes para sempre com a sua princesa.

No teu caso não, infelizmente no fim não te transformas-te novamente no meu príncipe!

Era uma vez... fim de história.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Vazios da imaginação

3 anos de vida e de não-vida!
Foram estes que me deste.

Obrigado por nada, obrigado por nada mesmo. Porque foi nada que ficas-te e foi nada o que restou, deste tudo que sempre fos-te.